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‘D.P.A.— O Filme’ estreia nos cinemas

em Qua 12 Jul 2017, 13:59
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Para quem tem filhos pequenos uma ótima pedida
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Aventura, mistério e um universo lúdico nas telonas. Cinco anos depois de estrear na TV, no canal Gloob, a série ‘D.P.A. — Detetives do Prédio Azul’, com oito temporadas na bagagem, ganha versão para o cinema. Estreia amanhã ‘D.P.A. — O Filme’. “Eu acho que poderia ter sido feito antes. Só que a gente teve mudança de elenco”, conta o diretor André Pellenz, referindo-se aos atuais detetives Bento (Anderson Lima, de 12 anos), Sol (Letícia Braga, 11) e Pippo (Pedro Henriques Motta, 10). “Quando resolvemos fazer o filme, uma das principais diferenças era sair do prédio (azul). A série inteira se passa dentro do edifício e, para o filme, procuramos locações no Rio de Janeiro que funcionassem para o público infantil e tivessem uma imagem legal. Uma delas é o Arsenal de Marinha, no Centro. Gravamos até em um submarino”, explica o diretor.

Para os protagonistas, a experiência de gravar um longa foi mais do que positiva. “Adorei fazer esse filme porque esta incrível, todas as crianças vão amar. Em comparação com a série é muito diferente, porque a atenção, a concentração tem que ser dobrada no cinema. Gostei de gravar na galeria de arte, me encantei pelas obras”, conta Letícia Braga, a Sol, responsável pela parka na cor vermelha.

O colega Anderson Lima, o Bento, da parka amarela, escolheu outro local preferido. “Com certeza, foi o submarino o lugar mais legal para rodar. A gente brincou de militar, os filhos dos militares eram nossos fãs”, diverte-se.

O dono da parka verde, Pedro Henriques Motta, o Pippo, faz coro com o amigo e manda um recado para quem sonha em seguir a carreira artística. “Na vida, tem que estar mais preparado para receber o não do que o sim. Com o não, você aprende até mais do que o sim. Vai parecer clichê, mas é para nunca desistir”, diz.

No longa, Bento, Sol e Pippo se unem para salvar o Prédio Azul de uma demolição. Isso porque o edifício é condenado depois que Dona Leocádia (Tamara Taxman), a síndica que é uma bruxa literalmente, realiza uma festa para seus amigos bruxos e, no dia seguinte, surgem imensas rachaduras. Paralelamente, Leocádia, que é a vilã na série, surge enfeitiçada e boazinha. “É engraçado, você vem fazendo um personagem por muitos anos com um jeito e um comportamento e, de repente, faz o oposto. Para o ator, isso é a coisa mais gostosa que tem”, comemora Tamara.

Os detetives começam a investigar o caso saindo do prédio, buscando pistas pela cidade, em um improvisado clubinho móvel na Kombi azul do porteiro Severino (Ronaldo Reis). “O mais difícil foi entender como é que os detetives se comportam fora do ambiente da série. Não só eles, mas nós também. Normalmente, eles investigavam o pátio, o corredor, e agora estão investigando um submarino, galeria de arte, biblioteca. Como se comportar naquele espaço muito maior e sair do ambiente tão comum, entender como seria isso foi o mais complicado”, detalha o diretor.

Nessa missão o trio não está sozinho. Os investigadores contam com a parceria do atrapalhado porteiro Theobaldo (Charles Myara) e dos detetives veteranos Tom (Caio Manhente), Mila (Letícia Pedro) e Capim (Cauê Campos), que já são adolescentes. “Todo mundo sempre quis ter os detetives antigos no filme. Mas é um filme protagonizado pelos três protagonistas que fazem atualmente a série. A participação dos veteranos é legal, importante e bacana, mas o filme é dos atuais”, frisa André Pellenz.


Para completar o elenco, foram convidados nomes como Mariana Ximenes (a bruxa Bibi Capa Preta), Maria Clara Gueiros (a bruxa Mari P.), Aílton Graça (o bruxo Temporão), George Sauma (o bruxo Pietro) e Otávio Müller (o bruxo Jaime Quadros). Eles interpretam os feiticeiros que participam da festa de Leocádia e estão no grupo dos suspeitos de terem lançado um feitiço sobre a síndica. “Criei o personagem de acordo com a descrição do roteiro, porque a Bibi Capa Preta trabalha em biblioteca, é apaixonada por livros e tem humor. Também revi Mary Poppins para poder me inspirar. Queria muito criar um personagem que fosse lúdico, uma bruxinha leve e solar. Por mais que ela vivesse na biblioteca. Queria tentar fugir do estereótipo”, conta a atriz Mariana Ximenes.

Aíton Graça também entrega detalhes de seu personagem. “Temporão é um bruxo e, como o próprio nome dá uma pista, lida com a questão do tempo. Como feiticeiro, tem outros poderes, mas ele tem um domínio e um lado peculiar associado ao tempo: seu relógio especial paralisa o tempo”, revela.

Para Tamara, a vilania de Leocádia é da boca para fora. A personagem diz que não gosta das crianças, mas no fundo se importa com elas. “Se algo acontecer com elas, ela fica louca, vai salvar”, diz. “Quando teve crianças visitando o set, era uma loucura. Elas gostam da Leucádia. E nas ruas, tem avô correndo atrás de mim, por causa do neto. É uma delícia”, comemora.

Fonte: O Dia
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